terça-feira, 27 de janeiro de 2009

MONÓCULOS COM FOTO, LEMBROU?

Se você tem mais de 35 anos, teve ou tem uma avó, tia solteirona, madrinhas... E já desfilou em 07 de setembro nos “pelotões especiais” e/ou foi à festas de padroeiros/as de cidades do interior, com certeza vai encontrar “bolando” em alguma gaveta, um MONÓCULO com uma fotografia da época. O MONÓCULO, para quem nunca escutou falar e sequer sabe pra que serve, é uma espécie de cone (caixinha de plástico duro e colorido) com lente em uma extremidade e fundo removível com negativo (ou seria positivo?) em outra, possibilitando a visualização da imagem – ampliada - quando direcionada contra a luz. Na minha casa e na casa de minhas tias tem aos montes. Lembro que quando minha avó paterna foi pagar uma promessa pra São Francisco das Chagas, no Canindé–CE, trouxe MONÓCULOS de tudo quanto era cor, e “aquelas caixinhas coloridas de plástico duro” iam passando de mão em mão e de olho em olho... E era uma farra só! No entanto, eu tinha (mentira! Ainda tenho.), uma tia que “fugia” de fotos como quem foge do diabo, principalmente dos MONÓCULOS. Ela dizia: “Quem tiver suas máquinas fotográficas que fique bem longe de mim”. Ela sempre achava que NUNCA saía “bem” nas fotos... E o pior de tudo: ELA TINHA RAZÃO! Na maioria das fotos ela estava sempre descabelada, toda torta e cega dos dois olhos (tipo Cátia, assim mês-mo!). Geeeeente! É medonho isso, mais é verdade. E ela ainda acrescentava: “Tenho ódio de MONÓCULO! A fotografia de papel ainda dá para você recortar caso não saia “Bem na foto". Mas o MONÓCULO? Só tacando fogo...” Hoje - compreendo per-fei-ta-men-te - o misterioso desaparecimento dos MONÓCULOS com imagens e fotos tiradas na Festa de São Francisco das Chagas do Canindé... Bom, isso já é uma outra estória. Em resumo, com a praticidade das câmeras digitais e a facilidade de armazenamento no computador, MONÓCULOS e albuns foram gradativamente caindo no esquecimento e viraram peças de museu. E quanto a minha tia? Ah! Relaxou. Como não costuma usar computador, pensa atualmente da seguinte forma: Com essas novas máquinas fotográficas que se têm hoje... Ah! Nem ligo. Podem tirar fotos minha à vontade! Essas máquinas tiram as fotos e a gente nunca mais vê, fica tudo ai, dentro delas… Eu mesma NUNCA vejo as fotos que tiram de mim! E quer saber de uma coisa? É como se elas não existissem”. E pensando bem... Ela continua - SEMPRE - tendo razão.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

SABONETES COM AROMAS DO PASSADO...

Caríssimos e Caríssimas! Hoje falarei de Sabonetes com marcas e aromas do passado... Tudo isso porque nas últimas festas de final de ano (Natal, confraternizações, amigos secretos...) recebi nada menos que, “nove caixinhas” de sabonetes da Natura. Caríssimos e Caríssimas, eu disse: Nove caixinhas de sabonetes da Na-tu-ra! Quase surtei, só não fiquei sequelado devido ao bom trabalho do meu terapeuta (creia!). Geeente! Qualquer pessoa que tiver acesso a este artigo - imediatamente - vai pensar que sou extremamente fedorento e que não tomo banho há séculos e séculos amém. Esperem, logo entenderão o motivo de tanta indignação... Bom, Imagine que cada caixinha contém três sabonetes, daí 03 x 09 igual a 27 sabonetes, ok! Levando-se em conta que um sabonete em minhas mãos dura em média 06 dias. Isso quer dizer que 06 x 27 perfaz um total de 162 dias tomando banho com sabonetes da Na-tu-ra... NUUUNCA! Nem sob tortura. E que fique bem claro que não é nada contra a Natura e seus produtos (que por sinal, adoro os perfumes dessa marca). Acontece o seguinte, quem me conhece sabe que – tradicionalmente - e HÁ ANOS, só tomo banho com sabonetes PHEBO, o pretinho básico que me satisfaz. Só ele pode deslizar e fazer espuma no meu corpinho. E não adianta me presentear com sabonetes de outras marcas que NÃO vou usar. Este sabonete me remete aos tempos de minha infância e possui o cheiro do meu saudoso PAI. E podem continuar me chamando de ultra/brega/radical, mas vou continuar FIEL ao meu escurinho e glicerinado sabonete PHEBO. Portanto, amigos/as presenteadores/as de sabonetes de quaisquer outras marcas, acostume-se com o meu cheirinho de PHEBO por mais uns cinqüenta anos! Foi muita ousadia dos meus amados e caríssimos amigos. Um verdadeiro complô para que eu deixasse de usar PHEBO... Sinto muito! Mas a estratégia não funcionou. Absuuuuuuurdo, me senti uma quase Salada de Frutas. Muito pior, a própria Carmem Miranda com uma fruteira na cabeça. Sim, verdade. Tinha sabonete de tuuuudo quanto era tipo de frutas: manga, pitanga, cupuaçu, maracujá, castanha e até de andiroba e priprioca! Geeente! Cheguei a pensar o pior: “Será que não estão querendo me matar com sabonete envenenado de andiroba com priprioca? Corri imediatamente na Wikipédia pra ver do que se tratava. Então, foi aí que me senti aliviado, pois descobri que Andiroba é uma planta medicinal da região Amazônica que serve para fazer velas que ajudam a repelir o mosquito da dengue (Oxe! como assim? imagina se vou usar um troço desses) e Priprioca, uma planta de raízes aromáticas, também nativa da região amazônica, mais conhecida como Piripirioca ( será que tem algo a ver com o “mêlo do piripiri” da Gretchen?). E eu pensando que se Priprioca não fosse veneno, seria algo do tipo: A prima distante da tapioca... (Eita Dhotta! Menos, menos... Não dispersa! Não! dis-per-sa.) Tá booom! Agora, no dia que inventarem sabonetes com as plantas nativas do meu sertão, tipo: mandacaru, aveloz e xique-xique, pensarei se vou tomar banho com outra marca que não seja PHEBO. Enfim, para encurtar essa estória, eu sou do tempo do sabonete LUX, REXONA, PALMOLIVE, GESSY, SEIVA DE ALFAZEMA,VALE-QUANTO-PESA, ALMA DE FLÔRES, BIO-CREMA, MYRURGIA (Maja, Maderas, Promesa), EUCALOL, LEVER, VINÓLIA, SOLIS, LIFEBUOY, CINTA AZUL, SENADOR, LAVANDA MEMPHIS, SUPER ORIGINAL, ANN BOW, FRANCIS E PHEEEEEEBO !!! Portanto, Caríssimos e Caríssimas, re-visitem agora os aromas, as cores, as embalagens e as propagandas dos Sabonetes que marcaram "ÉPOCA" nas nossas vidas... Divirtam-se.

O SABONETE EUCALOL E SUAS "FAMOSAS ESTAMPAS".

O sabonete EUCALOL ocupa um capítulo todo especial na história da higiene pessoal no Brasil, bem como, no campo publicitário nacional também. A princípio (em 1926) revolucionou o mercado brasileiro como sendo o primeiro sabonete “verde” à base de eucalipto a ser vendido em todo o país, o que gerou certa rejeição do público brasileiro acostumado apenas com cores mais suaves, tipo o branco e o rosa. Depois, para cair no gosto popular, lançou mão em 1930 de uma campanha de publicidade jamais vista na época: Decidiu colocar estampas diferenciadas dentro das embalagens dos sabonetes para incentivar o colecionismo, e com isso aumentar as vendas e o faturamento da empresa. Através do formato de brindes, as estampas do sabonete Eucalol viraram uma febre entre a população. Sua aceitação foi tanta que as tais estampas passaram a ser consideradas um material incentivador da cultura; possuidor de cunho didático e um ótimo referencial de aprendizagem. No entanto, a chegada das multinacionais – LEVER e PALMOLIVE – enfraqueceu as vendas do EUCALOL, retirando em 1957 as estampas do mercado, bem como acelerando o ritmo para que no ano de 1980, a empresa que produzia o sabonete EUCALOL abrisse falência definitivamente. Lembro muito pouco do aroma desse sabonete, mas o nome forte de EUCALOL marcou bastante minha infância.

Os sabonetes EUCALOL - em meados da década de 50 - lançou campanhas publicitárias destacando as estrelas nacionais, em contraponto às campanhas promovidas pelo Sabonete Lever que enfatizava o glamour das estrelas internacionais.

Bibi Ferreira e Aimee

Maria Della Costa e Dulcina de Morais

Tonia Carrero e Eros Volúsia

Emilinha Borba
Bibi Ferreira e Heloísa Helena

A nova embalagem dos sabonetes EUCALOL ( década de 50)
Essa eu não sei quem é... (RS!)


AS FAMOSAS ESTAMPAS DO INESQUECÍVEL SABONETE "EUCALOL".

As “Estampas EUCALOL” eram feitas de papel cartão e mediam cerca de seis centímetros por nove. Na frente tinha desenhos com temas variados: Animais pré-históricos, personagens importantes da nossa história, atividades agro-industriais, brasões nacionais e estrangeiros, bandeiras de diversos paises, peixes das profundezas oceânicas, índios do Brasil, episódios da História brasileira, entre outros temas. E no verso, um texto explicando as temáticas contidas no desenho
Brasões "estadoaes" da Parahyba, São Paulo e Pernambuco


Brasões "estadoaes" da Bahia, Matto Grosso, Alagoas e Sergipe.


Brasão de Pernambuco.


As estampas vinham encartadas nas caixas de EUCALOL com três sabonetes. E de 1930 a 1957 (ano em que foram emitidas as últimas estampas) cerca de 54 temas foram focalizados, perfazendo um total de 3.714 “estampas Eucalol” diferentes.

Dizem que crianças e adolescentes da época enlouqueciam seus pais para comprarem o referido sabonete e consequentemente, completarem sua coleção. Fico pensando: Ainda bem que nasci uma década depois (final dos anos 60). Imagine o prejuízo que teria dado ao meu pai - antigo dono de mercearia - que certamente vendeu esse sabonete na época. Deus-sabe-o-que-faz!! Aficionado em colecionismo do jeito que sou, sairia por ai dando banho em gato e cachorro só pra completar minha coleção.


As Bandeiras Brasileiras em suas diversas fases também fizeram História com o sabonete Eucalol


Outro dia encontrei algumas estampas na casa do meu falecido avô Albino Costa. E certamente as guardarei como verdadeiras relíquias.


Este foi um dos Albuns lançados para acolher as Estampas Eucalol.


Assim ficavam as páginas dos Albuns. Repletas de estampas do sabonete Eucalol.


O folclore brasileiro e a diversidade das tribos indígenas também figuraram nas estampas.


SABONETES LEVER ! USADO POR NOVE ENTRE DEZ ESTRELAS DO CINEMA.

No ano de 1932 chega ao Brasil um dos sabonetes de maior sucesso no exterior: “LUX, o sabonete das estrelas”. O nome, no entanto, precisa ser mudado para LEVER, pois aqui a marca LUX já existia num outro produto e pertencia às Indústrias Matarazzo.

O nome “Lux”, embora signifique “luz” em latim, não foi escolhido por essa razão. Sua origem vem da palavra “luxury” (luxo), muito adequada para caracterizar o sabonete lançado em 1925, nos Estados Unidos. Nessa época, o acesso a produtos sofisticados de higiene e perfumaria era restrito a um pequeno círculo da elite.
LEVER( LUX) foi o primeiro sabonete luxuoso a chegar ao mercado brasileiro com a proposta de atingir um segmento mais amplo entre as mulheres. Enquanto a marca LUX não era liberada legalmente, o nome LEVER iria perdurar por cerca de trinta e um anos aqui no Brasil.

O sabonete LEVER (LUX) sempre esteve associado à beleza e ao carisma das personalidades femininas. LEVER (LUX) construiu uma trajetória de comunicação que converteu a marca num ícone da propaganda mundial.
Nunca tive contato com o sabonete LEVER (LUX) , até porque de 1932 a 1963 (ano de sua última aparição no mercado com o nome de LEVER) nem nascido eu era .Uma pena! Porque minhas tias contavam histórias “Glamourosas” desse sabonete. Era o sabonete preferido por nove entre dez estrelas de Cinema! Minha tia Cléria (a melhor catrevagista de todas as minhas tias) colecionava, recortava e colava num álbum, as fotos e os reclames de artistas de cinema que saiam na revista O Cruzeiro. Como diz o dito popular: “Tens bem a quem puxar!!!”

Presente no Brasil desde a década de 30, esse sabonete conquistou o mundo e manteve-se em sintonia com a evolução da mulher ao longo dos anos. Para tanto, contou com o encanto das divas do cinema, que o tornaram objeto do desejo de consumidoras do mundo inteiro. A marca lançou campanhas publicitárias que utilizavam a empatia de estrelas internacionais de maior sucesso no momento.
A clássica propaganda que afirmava " Nove entre Dez estrelas de Cinema usam LEVER ( LUX) " surgiu nos anos 30 e prosseguiu até a década de 80, quando foi reformulada. No rastro das grandes produções de Hollywood, a marca vinculou sua imagem a uma galeria de atrizes famosas, na qual figuraram mais de "400 estrelas".

Nunca faltou "glamour" nas publicidades dos sabonetes LEVER/LUX. Sempre havia o charme das celebridades que se destacavam no cenário cinematógrafico mundial.

Uma curiosidade, a primeira sul-americana a estrelar a campanha foi Carmen Miranda. Publicado em O Cruzeiro em 6 de agosto de 1955, o anúncio é o único em que Carmen mostra os cabelos, sem o turbante que fazia parte de sua fantasia de baiana. Curiosamente, a cantora não viu o anúncio, já que a revista circulou um dia após sua morte (ver postagem a cima).

A primeira estrela da Galeria Internacional LEVER (LUX) foi Claudette Colbert, depois vieram Kay Francis, Bette Davis, Jean Harlow, Ginger Rogers, Joan Crawford, Audrey Hepburn, Gloria Grahme, Gloria Swanson, Rosalind Russel, Marlene Dietrich, Olivia de Havilland, Vivian Leigh, Lana Turner, Dorothy Lamour, Judy Garland, Rita Hayworth, Sandra Dee, Elizabeth Taylor, Ava Gardner, Grace Kelly, Gina Lollobrigida, Kim Novak, Jane Russel, Marilyn Monroe, Mercedes Macambridge, Esther Williams; Ethel Merman, Susan Hayward, Lucille Ball, Elizabeth Taylor, Carmem Miranda (faleceu um dia antes do anuncio ser publicado); Amália Rodrigues, Grace Kelly, Julie Adams, Elke Sommer, Kim Novak, Brigitte Bardot, Diana Rigg, Joan Collins, Shirley Maclaine, Jane Fonda, Ursula Andress, Rachel. Welch, Sophia Loren, Romy Scnheider, Julie Cristie, Jane Saymour, Natalie Wood, Pier Angeli, Sylvia Koscina, Cheryl Ladd, Michelle Pfeiffer, Demi Moore, Penélope Cruz, Catherine Zeta-Jones, Sarah Jessica-Parker.... Ufa!!!! E o pior é que ainda falta.... Irei colocando ao longo do tempo!


LUX ! O SABONETE INTERNACIONAL DAS ESTRELAS, FINALMENTE SE ASSUME NO BRASIL!

No ano de 1963 o sabonete LEVER assume seu nome internacional: LUX. E finalmente, o “sabonete das estrelas” pode usar seu nome original nas campanhas com as atrizes de Hollywood.
O sabonete Lux foi lançado nos EUA em meados da década de 20. E somente alguns anos depois é que se expandiu por todo o mercado Europeu. A presença das atrizes do cinema internacional ajudou o sabonete Lux a consolidar a marca através do slogan: " O Sabonete das Estrelas".

O sabonete Lux foi bastante comercializado em Portugal. Visto que os reclames do mesmo passeava por quase todas as revistas da época. É o que nos mostra o maravilhoso Blog "DIAS QUE VOAM" em sua postagens na seção "Luxomania".
Até no Japão o sabonete Lux fez História... E sempre atrelado à beleza de atrizes internacionais. Mesmo que essas atrizes fossem de um outro continente. Uma vez que - para os donos da marca Lux - o mais importante era que o sabonete acompanhasse o glamour das estrelas e fizesse jus a beleza feminina espalhada pelo mundo à fora.

A maioria das atrizes de holywood emprestaram seus belos rostos para as campanhas divulgadas no mundo inteiro. Fica dificil imaginar qual atriz não paticipou das campanhas promocionais do sabonete Lux.
Atrizes consagradas e atrizes em início de carreira enchiam os olhos do mundo ao estampar seus rostos - suaves e aveludados - nas propagandas espalhados mundo à fora.

Para relançar o sabonete no Brasil, agora com o nome de LUX, foram convidadas as estrelas internacionais Jane Fonda, Ursula Andress e Raquel Welch. E a atriz Regina Duarte, estrela nacional e "Namoradinha do Brasil" na época, protagonizou o comercial de relançamento do LUX em cadeia Nacional.
Jane Fonda (1963)

Ursula Andress (1964)

Raquel Welch (1965)

O sabonete LUX a partir da década de 70 em diante é bastante familiar para mim. Eu usei, senti o cheiro e vendi horrores na Mercearia de meu pai. Era o sabonete que tinha mais saída nos anos 70 e 80. Lembro que nos dias de feira, ao término do enfadonho dia, eu fazia questão de arrumar e preencher as prateleiras vazias com sabonetes saídos das caixas... E o cheiro que ficava nas mãos! Verdadeiro aroma com sabor de passado....


Elke Sommer (1967)

Brigitte Bardot (1972)

Sim! Lembro ainda que o sabonete LUX, durante a década de 70, foi dividido em dois tipos de sabonetes, ou melhor, em duas categorias: um artigo mais básico, o LUX tradicional, voltado para o uso familiar (mais barato), e LUX LUXO, mais sofisticado e dotado de fórmula com maior poder de hidratação (mais caro).

Romy Schneider (1975)

Há vários anos, a marca é líder do mercado brasileiro de sabonetes e busca constantemente inovar na diferenciação e exclusividade dos produtos e no conceito que a consagrou: “o sabonete das estrelas”. Portanto, diversas estrelas brasileiras também protagonizaram famosos comerciais ao logo desses 40 anos da presença de LEVER/LUX no Brasil. Estas são algumas das atrizes brasileiras que "estrelaram" o mundo das celebridades de LUX : Carmem Miranda (apesar de ter nascido em Portugal) , Tônia Carrero, Vera Nunes, Eliana Macedo, Regina Duarte, Vera Fischer, Bia Seidl, Sônia Braga, Débora Bloch, Maitê Proença, Luíza Brunet, Patrícia Pillar, Cristiana Oliveira, Malu Mader, Letícia Espiller, Betty Lago, Bruna Lombardi, Camila Pitanga, GiuliaGam, Helena Ranaldi, Claudia Ohana, Andréa Beltrão, Luana Piovani, Ana Paula Arósio,Carolina Ferraz, Isabel Fillardis, Giovanna Antonelli, Carolina Dieckman, Claudia Abreu , Giselle Bundchen.
E para finalizar... Aqui vai mais uma croniqueta com sabor dos tempos idos:

Dar sabonetes LUX de lembrancinha para a professora no "Dia dos professores", era o FIM!. Minha mãe quando ensinava para a gurizada recebia aos montes... E ela com toda classe e educação, nunca fez cara de quem não gostou. Por falar nisso lembrei que tive uma professora, coitada! Na verdade era "uma professoranda substituta" (era assim que se chamavam as concluintes do antigo magistério) que entrou para tirar as férias da minha professora titular. Lembro que era a sua despedida, pois tinha passado 04 meses a frente de uma turma que era o "Cão"! Pra se ter uma idéia, Tonho de Zé Costa, Ferrôio, Fatica de dona mocinha e Carilinho de Djali encabeçavam a turma... Imaginou né? Bom! E daí, cada um levou uma lembrancinha que a mãe havia mando. Geeeente! O que essa mulher ganhou de sabonete LUX e pano de prato, não tava no Gibi. E o discurso da gente era sempre o mesmo: "Olha Dona Fulana, minha mãe mandou dizer que a senhora não reparasse tá! É uma besteirinha de nada... Nem olhe, viu! É só uma lembrancinha..." E tome sabonete Lux e pano de prato. E a professoranda, coitada! Dizia: Que liiiindo! Não precisava... Adoro sabonetes LUX ( isso o birô já tava cheio). Santateresatorresmeperdoe! Mas hoje - adulto consciente - mooooorro de vergonha pelos sabonetes Lux que já dei por aí... Fico pensando arrependido: Poxa vida, além de termos dado um presente que não era presente, e sim uma besteirinha de nada.... Tivemos a ousadia de dizer pra coitada que não era nem para ela reparar naquilo que tínhamos acabado de dar. Nem... Olhar para a besteirinha de nada? Peloamordedeus! Se o presente era tão safado assim e a pobre da professoranda nem devia perder seu tempo olhando para ele? Porque é que nós demos? Sinceramente! Hoje da vontade de sair em defesa dessa querida professoranda e responder por ela dizendo: Ah, é? É uma besteirinha de nada... É mes-mo? Jura? E, sem olhar... Zummm, jogar a besteirinha pelo Basculante do Teresa Tôrres como se fosse um nada. E depois dizer: Fica tranqüilo meu bem, diga a sua mãe que nem reparei. Pronto! Se havia alguma culpa de minha parte, acho que me redimi. Vinguei-me de mim mesmo e nunca mais na vida darei sabonetes LUX para ninguém. (RS!).

SABONETES GESSY, UM BANHO DE BELEZA!

O Sabonete Gessy foi lançado no mercado no ano 1913 e foi um dos pioneiros no ramo da higiene pessoal, a princípio era um sabonete direcionado ao cuidado e o asseio de toda a família, depois passou a ser dirigido quase que exclusivamente ao público feminino.
O sabonete GESSY dominou o cenário nacional de sabonetes até o inicio da década de 30. O interessante é que a empresa Gessy cresceu por quase 30 anos sem que se fizesse um único anúncio sequer. Para os donos da Gessy- na época - gastar dinheiro com “reclames” era um desperdício e até uma vergonha, porque eles acreditavam que um bom produto faz a própria propaganda. No entanto, com a chegada das multinacionais de peso - LEVER E PALMOLIVE - a Gessy teve que se render e investir pesado nos reclames e propagandas. Em 1960 a LEVER compra a marca Gessy e assume a empresa e os produtos da mesma.

"Os sabonetes GESSY possuem fragrância natural de rosas primaveris. Sua micro espuma é rica em nutrientes que deixam sua pele bem protegida e delicadamente perfumada", "O Novo sabonete GESSY! É gostoso como andar na Chuva"... Estas foram algumas chamadas veiculadas na TV na década de 70.


segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

JUVENTUDE E BELEZA COM PALMOLIVE !!

Há mais de 100 anos que o sabonete Palmolive foi lançado nos E.U.A e as propagandas do sabonete, na época, enfatizavam a sua pureza, os benefícios do produto e, é claro, a qualidade dos ingredientes. O próprio nome do sabonete PALMOLIVE faz jus a sua composição, ele tinha como ingredientes principais, o óleo da palmeira combinado com o óleo de oliva. Hoje, encontramos PALMOLIVE com cheiro de amêndoas doces, frutas silvestres, creme de abacate, fondue de pêssego... E sei lá mais o que? Daqui uns dias vai ter gente tomando banho com sabonetes de pudim de Leite Moça e Goiabada. Caríssimos e Caríssimas! Cadê aquele cheirinho gostoso dos sabonetes antigos? Tudo agora tem cheiro doce.... Por isso é que só tomo banho com PHEBO (o escurinho e tradicional ).
O sabonete PALMOLIVE entrou no mercado brasileiro na década de 30 e continua sendo um dos mais vendidos até hoje, com uma linha diversificada e sempre renovada dos sabonetes. Uma pena que perdeu em originalidade e tradição nos seus mais de cem anos no mercado brasileiro e mundial.

SEMPRE CABE MAIS UM QUANDO SE USA REXONA!!!!

"Rexona não te deixa na mão nunca". Este foi o slogan de lançamento em 1967 do sabonete REXONA no Brasil. Essa família de sabonetes e desodorantes garante proteção e perfume aos brasileiros sempre. Com seus slogans famosos e fórmulas eficientes, a marca conquistou popularidade numa época em que a opção mais comum para combater o suor era o banho com sabão. No ano de 1969 surge o Famoso slogan: " Sempre cabe mais um quando se usa Rexona", slogan esse que acompanharia a marca por décadas. O slogan virou bordão na boca do povo, e REXONA tornou-se um campeão de vendas. Usei bastante esse sabonete antes de adotar o meu PHEBO.

MEU VELHO COMPANHEIRO PHEBO...

Bom, agora vou me esmerar e fazer jus – àquele - que me ensaboa todos os dias. Então, dizem as boas línguas que na época em que PHEBO surgiu - década de 30 - os melhores sabonetes do mundo eram ingleses e franceses e não havia nenhuma marca genuinamente brasileira que se comparasse aos importados. Daí, dois portugueses (cabras arretados) radicalizados no Brasil, resolveram criar um sabonete brasileiro que fosse tão bom quanto os estrangeiros. Pensando nisso, desenvolveram um sabonete a base de glicerina, oval, “lindo”, transparente e escuro, feito com uma mistura que combinava óleo de pau-rosa (sem comentários, por favor!), da Amazônia, com mais 145 essências distintas, como sândalo, cravo-da-índia, além de canela de Madagascar. E para ganhar seu espaço no mercado, o sabonete PHEBO teve que se impor como um produto de qualidade excepcional e luxuosamente embalado. Como era fabricado no norte do país, ganhou também uma aura de exotismo. Minha avó (a veínha mais cheirosa do mundo!) dizia que o sabonete PHEBO era caríssimo e acabava logo (verdade, na década de 70 custava três vezes mais que os outros) porque era feito praticamente à mão, com ingredientes finérrimos e naturais. Realmente - meu sabonete – continua “finérrimo” e é um verdadeiro legado dos tempos dos nossos avós, época em que o banho era um ritual sagrado. E convenhamos, tudo em Phebo ainda hoje remete ao tradicionalismo artesanal, desde a transparência da glicerina ao papel que o envolve. E outra coisa, vocês sabiam que o meu caríssimo e maravilhoso sabonete têm o nome de PHEBO por causa do Deus do sol da Mitologia grega? É verdade! Agora, Imaginem se vou deixar de me ensaboar com o Deus do Sol que irradia calor e energia, para me ensaboar com sabonete de Priprioca! Nuuuuuunca.

EVITE O "C C" USANDO SABONETES LIFEBOUY!

Uma das mais antigas marcas de sabonetes no mundo, o LIFEBOUY existiu (e existe em alguns países ainda) como um produto presente no mundo inteiro. Isso muito antes de se falar em globalização. O sabonete surgiu no ano de 1894 na Inglaterra, mas o sabonete só chegaria ao Brasil em meados dos anos 30. O fabricante garantia que o produto acabava com o mau Cheiro do Corpo, surgindo aí o termo "C C" (cecê), nos anos 50. Isso graças ao poder anti-séptico e bactericida do sabonete, enfatizado nas campanhas publicitárias do produto.

Meu avô falava muito nesse sabonete devido as intensas propagandas veiculadas nas rádios. Ele me dizia que enquanto o sabonete LEVER, LUX, e GESSY eram feitos para as mulheres, o LIFEBOUY e o VALE QUANTO PESA eram feitos para os homens. As campanhas publicitárias exploram com irreverência os problemas causados pelo “cê-cê”, sinônimo de “cheiro de corpo”. Seu principal atributo é sua ação desodorante. E como banho aqui no Brasil é um hábito diário, diferentemente da Europa. O sabonete LIFEBOUY acabou se tornando um grande de sucesso, muito mais que em seu país de origem.

O garoto-propaganda de Lifebuoy era um bonequinho, chamado de “o tal”, que não usava o sabonete e era escorraçado de todo lugar, por causa do odor de sua transpiração. Um dos jingles compostos para a campanha virou até marchinha de carnaval: “Quando chega o verão/ E aperta o calor/ Transpira-se tanto / Que é mesmo um horror./ Para então se manter/ O asseio corporal,/ É preciso usar/ Um sabonete batatal./ É mesmo o tal/ Não tem rival/ É um herói:/ Lifebuoy, Lifebuoy!”.
Mas foi o CC, sigla para “cheiro de corpo” que ficou na história. Quando estive em Portugal cheguei a experimentar o LIFEBOUY e confesso: Experimentei e não gostei.


VALE QUANTO PESA, UM SABONETE DE PESO!

Um sabonete cujo nome já dizia tudo: VALE-QUANTO-PESA , era um sabonete grandão, com cheiro forte, "bom e barato". Um produto extremamente popular que surgiu no inicio da década de trinta. Os anúncios da época diziam que os sabonetes VALE-QUANTO-PESA eram iguais aos banhos de cachoeira, não acabavam nunca. No começo apresentava-se em um só formato: O oval. Depois lançou o formato retangular para fazer frente ao sabonete LEVER. Esteve no mercado brasileiro até o início do anos 80. Também vendi bastante esse sabonete na mercearia de meu pai. Era o preferido do meu Avô Albino.

SABONETES MYRURGIA ( MADERAS, MAJA, PROMESA E SUSPIRO)

Eram tidos como sabonetes finos e significava sempre uma boa proposta para presentes de aniversários. A linha dos produtos Myrurgia era bem diversificada, mas os sabonetes eram os que possuíam as embalagens mais "vistosas" (como dizia minha avó) : Maderas do Oriente (tinha uma mulher árabe com o rosto semi-coberto e com sobrancelhas pretas enormes); Promesa (apresentava um triângulo amoroso: Um homem com duas mulheres desconfiadíssimas, porém vestidas elegantementes para um baile); Maja (tinha uma espanhola dançando com um leque enoooorme) e Suspiro ( Ah! Não lembro...). Minha avó adorava os produtos da Myrurgia. Ela ganhava tantos sabonetes que saia colocando nas gavetas do guarda até um dia perderem o cheiro... Era, repito: A Veínha mais cheirosa do mundo! E o cheiro dela vinha das caixinhas de sabonetes e produtos da Myrurgia.

O SABONETE ALMA DE FLORES E OS DEMAIS AMIGOS SABONETES DE DÉCADAS PASSADAS...

O sabonete ALMA DE FLORES surgiu em 1949 e é um dos mais importantes produtos de sua empresa. Uma linha clássica e perfumada que reúne finíssimas essências de rosas, jasmim e flores de lavanda. Desenvolvida para mulheres sensíveis, delicadas e românticas. É emoção a flor da pele! Dizem que Alma de flores tem o cheirinho das nossas avós... Acho que faz sentido! Enquanto isso o sabonete SENADOR faz a linha masculina, sofisticada e poderosa. Apresenta uma fragrância amadeirada, com toques de patchouli, vetiver e ciste ( Viiiiiixe!). Diz a propaganda que "Senador é para homens seguros, responsáveis, que sabem apreciar as boas coisas da vida". Ah!! E é? é mesmo? Sou e faço tudo isso usando meu PHEEEEEEBO! O Sabonete BIOCREMA é um sabonete voltado para beleza e tratamento. "Um verdadeiro toque de carinho para a sua pele delicada. O perfume, com uma fragrância cosmética, tem um toque cremoso, realçado por rosas vindas da Bulgária ( Eita! Num acredito? da Buuuulgária!!!) Biocrema valoriza a suavidade e a maciez. É um toque de carinho". FRANCIS é "uma combinação de essências especiais que garante ao seu corpo uma sensação de refrescância e relaxamento. Com perfume denso e de grande poder hidratante, é para quem leva a vida de forma tranqüila". Então não serve pra mim! Sou muito dinâmico...O sabonete CINTA AZUL era um produto barato e bastante popular na década de 7o, popular meeeeesmo! Lembro que tanto o sabonete quanto o talco CINTA AZUL eram vendidos nos bancos de feira. E custavam muito pouco. No entanto, minha tia fala que o sabonete CINTA AZUL nas décadas de 50 e 60, foi um produto reconhecido, chegando inclusive a patrocinar um seriado de grande audiência na TV Tupi: “ O sabonete CINTA AZUL tem o prazer de apresentar... Batmasterson !". Bom, não tomei banho com o sabonete e tão pouco assisti ao seriado.... Mas o Talco? Nos carnavais da minha infância? Ah!!! Esse eu usei. Não existia Mela-Mela melhor do que aqueles com o Talco CINTA AZUL... O sabonete SOLIS era o mais tímido de todos, sem glamour e despretensioso. Sua embalagem no começo era branca com tons azulados. Somente depois ( acho que na década de 70) é que "vestiu uma roupinha mais alegrinha", adotando nova embalagem com tons variantes na cor verde. Tinha um aroma cítrico e bem discreto. Os sabonetes VINÓLIA Possuem uma fragrância marcante, inspiradas no melhor dos sofisticados perfumes internacionais. "Os sabonetes VINÓLIA foram criados para oferecer à mulher a possibilidade de vivenciar, no cotidiano, as diferentes formas de expressão de sua feminilidade e sensualidade. Essa é a irresistível diferença de Vinólia”.

SEIVA DE ALFAZEMA E OUTROS SABONETES QUE TAMBÉM FIZERAM E AINDA FAZEM HISTÓRIA.


SEIVA DE ALFAZEMA possuía (e ainda possui) uma linha completa de produtos: Colônia, sabonete, talco e desodorante, todos com o inconfundível cheirinho de alfazema. A Colônia era a que fazia mais sucesso nos lares das décadas de 60/70 e não há quem não lembre da linda camponesa de lenço na cabeça e avental branco, feliz da vida carregando um balaio enorme nas costas. Morria de pena dela... Ou melhor, ainda morro de pena dela! A coitada até hoje carrega o mesmo balaio pesado nas costas. Os sabonetes 4 ESTAÇÕES proporcionam “um banho tão perfumado, que não dá nem vontade de sair do chuveiro! Além disso, são super coloridos, modernos e complementam a decoração do seu banheiro (como assim? e se meu banheiro for discreto e tradicional? faço o que com os sabonetes...) . Dê mais colorido ao seu banho e entregue-se a seus perfumes irresistíveis, que lembram cada uma das estações do ano"... assim diziam os reclames. Eu gostava do cheiro do amarelinho que simbolizava a primavera. O sabonete ANN BOW era um sabonete que combinava produção artesanal com perfumes frescos e naturais. Nas versões jasmim, rosas e neutro. A propaganda dizia: "Você que valoriza a natureza e a simplicidade, desfrute agora de um banho perfumado e diferente”. Uma borboleta esvoaçante era a marca desse sabonete. Entretanto, sabonetes SUPER ORIGINAL eram diferenciados pelo formato e peso, pois atendiam às necessidades de toda a família. Com duas fragrâncias, cravo (esse era péssimo! podia ter tudo , menos cheiro de cravo) e colônia. "São super duráveis, uma opção econômica para o seu uso diário... torne-se SUPER ORIGINAL”. E finalmente, o sabonete LAVANDA MEMPHIS (Falo daqueles das décadas de 60/70) era um sabonete que vinha sempre em caixinhas contendo três unidades. "A combinação de essências especiais garante ao seu corpo uma sensação de frescor, cujo delicado perfume de Lavanda faz a diferença". Era mais um dos preferidos da minha avó!

AS SAUDOSAS CAIXINHAS DOS SABONETES DA MINHA AVÓ.

Estas “caixinhas de sabonetes” e/ou “conjuntinhos completos de perfumaria”, lembram muito minha cheirosa avó. Ela sempre gostou de ganhar sabonetes, então minha mãe e minhas tias viviam dando conjuntinhos de sabonetes para ela. O interessante era que ela tirava todos os sabonetes das caixas e espalhava pelas gavetas dos guarda-roupas e cómodas.... E esses sabonetes ficavam perdidos durante meses nas gavetas até perderem o cheiro. O mais engraçado ainda é que as “caixinhas”, fossem elas de madeira ou de papelão, eram muito mais utilizadas por ela do que mesmo os sabonetes... Ela ia guardando delicadamente nas caixinhas as linhas de seus bordados, separando por cor todas elas... Este post é dedicado a minha avó!

Ainda hoje encontro essas caixinhas guardadas ( e bem guardadas mes-mo!! ) na casa de minha avó... Minha tia guarda tudo que é Catrevagem por lá... Outro dia encontrei um frasco cheínho do desodorante Mistral dos anos 70. Estava dentro das gavetas do "Penteador" dela...

Caixinhas de Sabonetes de anos, anos e anos... Nem perfume tem mais né! Mas continuam sendo Caixinhas de Sabonetes... É lógico! Os cheiros e os aromas se perdem no tempo... Mas a lembrança do perfume ficará eternizado para sempre. Sabe aonde? Em nossas mentes e em nossos corações.

Conjuntinho de sabonetes da CRISTIAN GRAY... (RS!) Qual o motivo do riso? Bom! É que eu lembrei de um grande amigo e parceiro de profissão que se chama Cristian Gray Matoso de Góes... Saliento que: O fato de sua mãe ter inserido o nome de uma marca de cosméticos em seu registro de nascimento já não o preocupa mais. E sequer deixou sequelas em sua vida... Nada como "anos e anos" de análise para superar nossas mazelas... Né não, Cris? (RS!) Abraços Parceiro!
Existe algo mais retrô do que esses "Conjuntinhos" de sabonetes, cosméticos e perfumarias? Eu acho tudo isso um barato!!!! E o pior que era tudo baratinho , baratinho...


Minha avó adorava pronunciar o nome: "Cashmeeeere Bouquet..." E com direito a biquinho e tudo mais. E de tanto escutar falar, acabei colocando o nome Cashmere Bouquet numa gata super fedorenta que vivia nos armazéns do meu pai. Vai entender?

Quem nunca - ou pelo menos alguma vez na vida - sentiu o cheiro da Fragancia de Seiva de Alfazema? Então... Tem ou não tem o cheiro das avós de antigamente? Saudade das minhas avós...