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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

CAMISAS "VOLTA AO MUNDO"... VOCÊ USOU?

Caríssimos e caríssimas... A Camisa "Volta ao Mundo" era tudo que havia de mais notável na época. Lá pelos idos Anos 60 e 70 era uma novidade só! Eram vendidas exclusivamente nas melhores lojas de fazenda (tecidos) e de roupas prontas (Butiques) no centro da cidade. Era tudo muito encantador e super mega prático, pois não precisava passar ferro. Era só enfiar no tanque, lavar, pendurar no varal e... Pronto! Já se podia usar.
Mas com o passar dos anos as Camisas “Volta ao Mundo” foram se popularizando e ficaram ao alcance de todas e todos. De tão populares, passaram a ser adquiridas em qualquer barraquinha do Mercado Público.
Essas  benditas camisas - hoje - se tornaram mitológicas. Mas não pelo motivo de serem impossíveis de amarrotar, e sim pela “suvaqueira” que causavam no cidadão. Isso sem falar na possibilidade de uma fagulha de fósforo e/ou um cigarro desavisado triscar na camisa e causar um incêndio daqueles...
O problema era que por ser feita de tecidos sintéticos, a camisa “Volta ao Mundo” impedia a circulação do ar e abafava a transpiração concentrando-a todinha no tecido. Na verdade as pessoas fediam dentro delas... Já se imaginaram numa procissão às três horas da tarde - calor insuportável - e a criatura suando por todos os poros?   Pois é, quando criança, passei por isso. Nem vale a pena lembrar... Então, Inesquecível a Camisa “Volta ao Mundo”.

4 comentários:

J.F. disse...

Marcos,
E sem falar que, naquela época, procissão às três da tarde, além da camisa "Volta ao Mundo", o cidadão estava envolto em um terno e gravata. Ainda bem que existia o desodorante "Mum" que ajudava a "um bom dia passar".

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz disse...

OMG! e como usei ... rs ... tive de várias cores ...

Rô Freire disse...

Que delicia de blog!!! Gosto muito de relembrar as coisas do passado!
Estou seguindo e virei sempre!
roarteestilo.blogspot.com

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz disse...

Gente! ele voltou! rs

Saudades destas suas memórias ...